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Tomou posse na tarde desta
quinta-feira , (1º) a nova prefeita de Euclides da Cunha, Fátima Nunes
Soares. Natural de Euclides da Cunha, Fátima é empresária estabelecida em
Salvador, porém, manteve sua residência e domicílio eleitoral em Euclides
da Cunha, onde o esposo e deputado estadual José Nunes tem base eleitoral.
Fátima Nunes obteve a segunda maior vitória em pleitos eleitorais de todos
os tempos ocorridos em Euclides da Cunha, onde a maioria da população
ficou inconformada com o desgoverno de Rosângela Lemos de Abreu.
Rosângela ou “Rosa”, uma
política que passou cerca de vinte anos na oposição e foi crítica ferrenha
do grupo político liderado pelo deputado José Nunes, mandou por água a
baixo, todo um “conceito” de mulher carismática capaz de “resolver” todos
os problemas alvos de suas críticas, juntamente com o esposo dissidente do
chamado “grupão” do deputado José Nunes, na década de 80/90.
Desorganizada e completamente ausente do município, a ex-prefeita ofereceu
todas as condições e armas para fortalecer seus adversários, pois, na
verdade endossava tudo que o marido e vereador líder, de ninguém, queria e
nada era aprovado sem que primeiro passasse pelo seu crivo.
A ausência era tamanha, que
ninguém sabia quem realmente era chefe do Executivo. Isso podia ser
comprovado diariamente, pois o esposo e vereador líder na CM atendia
pessoas na sala da prefeita ou na ante-sala do gabinete principal, definia
“ações” e dava ordem e contra-ordem aos subalternos.
Acusada de ter conhecimento dos escândalos e desmandos e ações
irresponsáveis, como por exemplo, empréstimos consignados - que culminaram
com a demissão do chefe do setor de Recurso Humanos e, sem o devido zelo
para com a coisa pública e o cumprimento do dever teve que enfrentar ações
judiciais impetradas por vereadores e aceitas pelo Ministério Público
Estadual, baseadas a partir de análises de documentos contábeis e de
recursos humanos, junto ao TCM.
Também não sabia o que se
passava nas Secretarias, principalmente, da Educação, e o ensino público
ficou estagnado sem conseguir avanços importantes conquistados por outros
municípios da região, perdendo recursos importantes e a grande
oportunidade de avançar na luta contra o analfabetismo, um dos maiores
índices registrados na Bahia, segundo informações oficiais.
A Educação do Município passou por quase dez secretários, recorde
absoluto, - fato inusitado e sem registro de caos semelhante, sendo que,
um deles, assumiu duas vezes, nos dois períodos em que o vice-prefeito
Zezão, através de mandado judicial expedido pelo Tribunal de Justiça da
Bahia, assumiu interinamente o governo por duas vezes, numa briga de entra
e sai que deixou a população estarrecida.
O fato levantou suspeita de
ter causado enorme prejuízo ao tesouro municipal, pois nunca foi colocado
para a população quem pagou os honorários advocatícios de quem saía e
retornava e de quem entrava e saía, sempre na proximidade dos repasses de
recursos oriundos do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), numa
estranha coincidência.
A alternância de secretários não foi “privilégio” da pasta da Educação.
Administração, Finanças, Chefia de gabinete, Departamento de Esportes e
Cultura, Secretaria da Saúde, Secretaria da Assistência Social, todos
foram transformados em verdadeiros laboratórios onde as experiências, nem
sempre bem sucedidas, produziram resultados lamentáveis.
Ruas abandonadas e sem
fiscalização, onde lixo e entulho eram jogados aleatoriamente a qualquer
dia, qualquer hora, sem um prévio comunicado ao departamento responsável
pela limpeza pública; varrição das ruas onde, apenas, papel e objetos
maiores eram recolhidos, as calçadas quebradas, com buracos ou colocação
de piso escorregadio, além de outras irregularidades que não eram
combatidas.
As praças mal conservadas, com as pedras portuguesas soltas, ocupadas por
mendigos e hippies que armavam barracas de acampamento, fumavam e vendiam
maconha.
Os serviços de parques e
jardins deixavam a desejar, com árvores que produzem sombras sendo podadas
em plena estação verão, serviço que deve ser feito no inverno, quando o
sol está mais brando. Nem mesmo os canteiros que rodeiam a prefeitura
escaparam da fome dos animais soltos em sua volta.
A falta de zelo era tão grande que, nem mesmo um pé de roseira plantado
junto à janela de seu gabinete, sobreviveu por falta de água e alguns
cuidados simples.
Terrenos baldios que servem de pasto para caprinos e ovinos, muares,
eqüinos, bovinos, isso sem falar na invasão dos bichos à principal praça
da cidade, onde costumeiramente, vacas costumavam pastar, passear e ficar
sob o “olhar” de quem está do alto de um outdoor a permitir que o
“bucolismo” da praça abandonada, provocasse susto nas pessoas.
A varrição esquisita feita
com vassouras de alecrim, que remove apenas, tocos de cigarros, papel e
garrafas plásticas, porém, a poeira ficava toda impregnada e a rua
levantando pó quando passava um veículo ou ventava um pouco mais forte nas
vias pavimentadas.
Desordem e bagunça no trânsito; falta de ordenação na instalação de
barracas ao longo das avenidas, ruas e praças, ausência total da
fiscalização de serviços prestados pelos mototaxistas, instalações de
ferros-velhos, inspeção em estabelecimentos que fornecem comida,
abatedouros, lanches, etc.
Abandono dos povoados, onde muitos não foram visitados pela então gestora
desde que assumiu o governo. Nem mesmo uns poucos que receberam algum tipo
de serviço, foram pessoalmente, inspecionados por ela.
Não pagava em dia os serviços
contratados e, aos prestadores de serviço, lhes impunha humilhações para
receberem o que lhes era de direito, além de deixar o governo
devendo-lhes, até mesmo àqueles que lhes foram corretos e solidários nos
momentos mais difíceis, principalmente, o enfrentamento que criou
desnecessariamente com os promotores de justiça local.
Indiferente, nunca promoveu reunião com os servidores, nem nunca promoveu
encontro de confraternização, palestras motivacionais, capacitação
profissional, além de não se relacionar bem com os principais empresários
e comerciantes euclidenses, exceto, com uns poucos e sem tradição, com os
quais fazia negócios.
Por questões políticas e
partidárias não tinha parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas e
Associação Comercial. No comércio local, pouca coisa era adquirida.
Ao contrário de muitos gestores públicos sérios para com os negócios do
município que governam, que exigem prioridade para compras no comércio
local, salvo para os casos de exceção, como forma de gerar mais emprego e
renda e melhorar a arrecadação de impostos, com o fortalecimento da
economia municipal.
O desmando cresceu assustadoramente: excesso de carros locados, carros e
outros veículos oficiais conduzidos por pessoas sem habilitação, gastos
excessivos de combustíveis, carros oficiais e locados a serviço de
familiares.
Contas telefônicas
astronômicas, sucateamento da frota, ante-sala do gabinete do secretário
da Administração com o teto parcialmente destruído, ofícios mal redigidos
e com erros grosseiros de grafia e gramaticais de difícil compreensão,
faixas com dizeres bisonhos e contendo frases e símbolos inventados, fora
dos padrões oficiais.
A falta de respeito ao público que a procurava na prefeitura foi outra
característica absurda de quem foi colocada no cargo pelo povo. Horas e
horas eram levadas para essas pessoas serem atendidas, mesmo quando a
audiência já estava agendada.
Diferente do gestor
trabalhador, chegava à prefeitura sempre por volta de 11 horas, e, muitas
vezes, estendia o expediente para além da meia-noite, sem que seus
assistentes pudessem fazer um lanche. Além de chegarem muito tarde em
casa, sem nenhuma compensação, e ainda terem que assinar o livro ou bater
o ponto de chegada às 8 horas, no dia seguinte.
Não tinha um bom relacionamento com os professores nem nunca procurou
amenizar a situação. Nas poucas vezes que tentou, foi afável e vingativa
ao mesmo tempo, num verdadeiro “afagou com a mão esquerda e bateu forte
com a direita,” ditado popular muito comum e verdadeiro quando se refere à
pessoa de dupla personalidade.
Enquanto prefeita, não tinha
tempo para percorrer ruas e bairros da cidade e, nos povoados, quando lá
chegava, - sempre com uma enorme comitiva de pessoas que só pesavam em
comer galinha caipira, churrasco, etc, na maioria dos casos, não era
recebida por uma liderança política ou comunitária local, pois nunca teve
a preocupação de construir, conquistar e até mesmo se relacionar bem com
essas pessoas.
“Me engana que eu gosto” parecia ser a frase preferida, pois a picuinha
sobrepunha-se à verdade, sempre. Teve bons quadros em sua equipe, porém,
por pouco tempo. Ninguém merecia trabalhar sem as devidas condições e
ainda esperar meses para receber um salário dos dois, três ou mais
atrasados.
Ninguém de bom senso
suportou trabalhar sem boas condições e sem remuneração em dia. Além de
uma inversão de valores no cumprimento das ordens e incumbências expedidas
pelos secretários e diretores a quem deveria cumpri-las, somente davam
prosseguimento à determinação, depois de consultar e receber sinal verde
de ‘seo’ Zé. A resposta era quase sempre um sonoro ‘não!!!’ E os problemas
se acumulavam mais e mais.
Foram tantos os erros cometidos, que algumas coisas boas que aconteceram
nesses enfadonhos quatro anos, tiveram o brilho empanado pelo
obscurantismo e a acusação de não ter feito nada - bastante explorada na
campanha eleitoral adversária, contribuiu para o povo acreditar de que
nada de bom havia sido feito realmente, e lhe impôs uma fragorosa e
inesquecível derrota nas urnas, com mais de seis mil votos de frente.
Foi humilhante, a resposta
do povo nas urnas. Sabe-se perfeitamente, que Fátima e Zé Nunes são
pessoas organizadas e bastante equilibradas em suas ações, pois, enquanto
primeira dama e prefeito, respectivamente, de Euclides da Cunha. Fizeram
uma gestão pautada no zelo pela coisa pública.
O casal sempre manteve um bom relacionamento pessoal e institucional com
os demais setores do município. Pontualidade nos pagamentos aos
fornecedores, credores, prestadores de serviço, funcionários efetivos e
contratados, entre outras ações e deveres de quem ocupa cargo ou função
pública eleito pelo povo, em especial.
Presunçosa, ou talvez, quem
sabe, subestimando a inteligência dos euclidenses, a “gestora” anterior
tentou uma renovação de mandato por mais quatro anos, mesmo sabendo que
não teria chance ou que teria, quem sabe, baseada nas informações e dados
estatísticos fornecidos pelos “conselheiros e conselheiras” preocupados,
apenas, em continuar no emprego e, sobretudo, agradar a patroa.
Os números da campanha
política para eleição de deputado ocorrida dois anos atrás, ligaram o
sinal de alerta, com a vitória do deputado José Nunes sobre o marido da
prefeita e vereador Zé de Fulgêncio, com uma margem de diferença que
ultrapassou 8 mil votos, na disputa pelos sufrágios para deputado
estadual, em Euclides da Cunha.
A adesão de alguns dos vereadores que lhes faziam oposição na Câmara
Municipal serviu, apenas, para melhorar um pouco, a desconfortável
situação que ostentava junto ao Poder Legislativo Municipal, - do qual
tornou-se refém, e suas dificuldades na aprovação de matérias de interesse
do Executivo.
A falta de uma liderança hábil, paciente, bom negociador e equilibrado,
aliás, características básicas de um bom líder, muito contribuiu para o
desgaste da imagem da agora, ex-prefeita.
As eleições municipais de
2008 provaram que o apoio dos vereadores adesistas não refletiu totalmente
nas urnas, sinal de que não soube corrigir a trajetória de sucessivos
erros cometidos na administração e na condução da política de seu partido
(PMDB).
A vitória de Fátima Nunes é, também, uma histórica vitória do deputado
José Nunes que, além reassumir a liderança maior de Euclides da Cunha, tem
todos os elementos básicos e ferramentas capazes de promover, em Euclides
da Cunha, uma derrota ao governador Jacques Wagner e ao PT, nas eleições
de 2010, quando deverá pleitear mais um mandato.
Para políticos experientes e
conhecedores da realidade política local, a decepção da maioria dos
euclidenses com a administração do “Governo Uma Cidade Mãe” - slogan
adotado pela ex-prefeita, expressada nas urnas, o deputado e marido de
Fátima Nunes deverá aumentar seu contingente eleitoral, em pelos menos
oito mil votos, nesses dois primeiros anos de governo da esposa.
O desgaste político e pessoal, - que por certo se reforçará nesse
pós-mandato, ocasionado pelas confusões e erros administrativos cometidos,
aliados à reprovação das contas pelo TCM (Tribunal de Contas dos
Municípios), reforçarão as previsões de um ostracismo político da
ex-prefeita que deverá responder sozinha pelas prováveis irregularidades
cometidas.
Um ex-fanático eleitor da
Rosa, chateado com o governo que se foi, ficou revoltado com um outdoor no
qual a ex-prefeita aparece se despedindo do povo com a mensagem “fiquem
com Deus e contem comigo” rebateu para os amigos exclamando: “como podemos
contar com ela se enquanto prefeita era um deus nos acuda para falar com
ela. Imagine agora, que não tem mais poder para nada!!...” Disse e foi
apoiado.
“O casal de políticos” que assumiu, em 2009, o destino administrativo e
político do município é, sem sombra de dúvida, equilibrado amocionalmente,
próspero e têm como hábito planejar bem suas ações.
Como bem disse o padre
Jayme, em sua fala de abertura da missa em ação de graça pelo Dia Mundial
da Paz e posse da prefeita Fátima Nunes, “a cidade está depauperada e
precisa urgentemente ser recuperada para trazer de volta a alegria do seu
povo.”
As praças estão feias, pobres de flores e do verde dos gramados, pavimento
deteriorado e, sem vigilância, servem de local de passeio para animais.
As calçadas cheias de
buracos e outras irregularidades, ruas e avenidas sujas, pavimento
impregnado de poeira e lama, completamente irregular por causa da
reposição feita após serviços de conserto na rede de água e implantação da
tubulação do esgotamento sanitário, feitos sem acompanhamento ou
fiscalização da prefeitura.
Desordem no trânsito de veículos: caminhões, ônibus, automóveis e,
principalmente, motocicletas. Estas, o desrespeito de muitos dos
condutores às pessoas e a falta de disciplina são gritantes, pois circulam
livremente pelo interior da feira livre, trombam contra barracas, provocam
atropelamento de pessoas, entre outros absurdos.
Há poucos dias, uma senhora
teve a perna queimada pelo cano de escapamento de uma dessas motos que
circulava pelo meio da feira livre, provocando queimadura de segundo grau
em uma de suas pernas, onde o número do escapamento ficou gravado da mesma
forma que é feito para identificar animal.
A esperança de recuperação da cidade e do município ressurge com a chegada
de um novo governo, que teve missa solene bastante concorrida e muitos
abraços e sentimento de que novos tempos virão; palavras repetidas também
nos discursos de posse pronunciados pela prefeita no ato de posse na
Câmara Municipal de Vereadores e no ato de nomeação e posse dos
secretários e alguns auxiliares do segundo escalão, também pautados na
‘união e trabalho’.
Neste dia 2 de janeiro de
2009, muitos amigos e amigas, pessoas simples da comunidade, presidentes
de associações comunitárias urbanas e rurais, professores, servidores
públicos, gerentes das agências Euclides da Cunha do BB, CEF e Bradesco,
entre outros, prestigiaram a cerimônia de posse – conduzida pelo profª
Sebastião Paz, dos novos secretários.
As falas da prefeita, do deputado e dos secretários foram pautadas no
compromisso de trabalhar com honestidade, transparência e respeito ao
povo; principalmente, responsabilidade na condução da coisa pública, com
ênfase para a assistência social voltada para as famílias e crianças mais
carentes.
Nesse momento de sua fala, a
prefeita Fátima não conteve a emoção e as lágrimas caíram-lhe pela face e
teve a voz embargada, o que mereceu um afago do esposo José Nunes que, em
seu discurso entre outras coisas disse ser Fátima, “a prefeita que ele
mais gosta” arrancando risos a e aplausos da platéia.
A cerimônia de posse teve a palavra franqueada e vários convidados se
manifestaram com desejos de boa sorte a nova gestora e secretários.
Os vereadores Alírio Pereira e Josefa Bastos também fizeram uso da palavra
e assim como em seus discursos de posse na Câmara Municipal, prometeram
ajudar a prefeita a fazer um bom governo.
Após a cerimônia na sala de
reunião ao lado do gabinete, a prefeita e os novos secretários posaram
para o site euclidesdacunha.com.
Os nomes dos secretários foram os mesmos que haviam sido informados
anteriormente, em primeira mão, pelo site euclidesdacunha.com, na página
Euclides Acontece, exceto, para chefia de Gabinete da Prefeita, ainda sem
um nome definido, pois trata-se de um cargo que pode ser usado como
estratégico para negociação política e acomodação de interesses, jogo
muito comum entre políticos.
A chefia de gabinete exige
requisitos importantes e não pode ser ocupada por pessoa desprovida de
conhecimentos técnicos; boa escolaridade, paciência e habilidade no trato
com as pessoas, relações institucionais, agentes públicos, lideranças
comunitárias, priorizar audiência, além de agilizar ações e soluções que
não precisam passar necessariamente pela prefeita, reservando-lhe tempo
para outros assuntos considerados mais relevantes.
Foram nomeadas e empossadas as pessoas de Josevaldo Almeida Damasceno
(Secretário de Obra e Infra-Estrutura), Bel. Altamir Eduardo Santana Gomes
(Procurador Geral), Valdemir Dias Carneiro (Secretário de Administração),
Raimundo Pereira Gomes (Secretário de Finanças), Luciana Dantas Lima
França Secretária da Saúde, Maria Auxiliadora Moura de Oliveira
(Secretária de Educação), Lucileide Dantas dos Santos Melo (Secretária de
Assistência Social) e Maria Djalma Andrade de Abreu (Secretária de
Agricultura).
Para o segundo escalão foram
nomeados Judival Araújo (DELIMPEC), Gilvanda Vieira (Contabilidade),
Lucinha Santos (Tesouraria). O professor Hermínio é nome certo para ocupar
um cargo, ainda não definido, na Secretaria da Educação.
Segundo a prefeita Fátima Nunes, outros nomes estão sendo analisados e
gradativamente deverão ser nomeados, também, nas demais secretarias.
“Temos que ter alguns cuidados na escola das pessoas que vão compor a
nossa equipe de trabalho” disse.
Cem dias, foi o prazo que a
prefeita estipulou para reorganizar secretarias e departamentos, planejar
ações efetivas, fazer um completo levantamento e produzir um relatório
sobre os bens e propriedades do município, já que a transição efetiva de
governo não ocorreu, por conta das dificuldades apresentadas pela
ex-prefeita. Informou.
Veja ainda esta semana, na página Tô no Site, do site euclidesdacunha.com
as fotografias de todos os acontecimentos que marcaram a posse da prefeita
Fátima Nunes, desde a missa de ação de graças, posse na Câmara Municipal
de Vereadores, transmissão de cargo, festa na Praça Duque de Caxias e Av.
Cel. Almerindo Rehem, posse do secretariado e parte do segundo escalão.
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