Site Oficial de Euclides da Cunha - BA

 

 

F@le Conosco

Quem Somos

Buscar no Site 

Bom dia Euclides !!

Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Indique o Site

Favoritos

Sua Home Page

E-mail

@euclidesdacunha.com

Senha

Esqueci Senha

Bate-Papo

 
 Arquivos Jornalísticos
 Euclides Mail
 A Cidade
 Os Povoados
 Comércio Local
 Espaço Euclidense
 Endereços Úteis
 Bandas
 Eventos
 Guerra de Canudos
 Antônio Conselheiro
 Euclydes da Cunha
 Notícias
 Outras Notícias
 Polícia
 Esportes
 Saiba Mais
 Veja Também
 Você Sabia?
 Mais Notícias
 Prefeitura Municipal
 Ministério Público
 Projeto Os Sertões
 Tendinha Cultural
 Cobertura Tô No Site
 Fotos da Galera
 WebGirl 2008
 Livro de Visitas
 Mural de Recados
 Classificados On-line
 Fórum Euclidense
 Usuários On-line:
 
 
Segunda, 05 de Janeiro 2009

Volta triunfal: Fátima Nunes assume o governo de Euclides da Cunha

Por: José Dilson - euclidesdacunha.com

 

Tomou posse na tarde desta quinta-feira , (1º) a nova prefeita de Euclides da Cunha, Fátima Nunes Soares. Natural de Euclides da Cunha, Fátima é empresária estabelecida em Salvador, porém, manteve sua residência e domicílio eleitoral em Euclides da Cunha, onde o esposo e deputado estadual José Nunes tem base eleitoral.

Fátima Nunes obteve a segunda maior vitória em pleitos eleitorais de todos os tempos ocorridos em Euclides da Cunha, onde a maioria da população ficou inconformada com o desgoverno de Rosângela Lemos de Abreu.

Rosângela ou “Rosa”, uma política que passou cerca de vinte anos na oposição e foi crítica ferrenha do grupo político liderado pelo deputado José Nunes, mandou por água a baixo, todo um “conceito” de mulher carismática capaz de “resolver” todos os problemas alvos de suas críticas, juntamente com o esposo dissidente do chamado “grupão” do deputado José Nunes, na década de 80/90.

Desorganizada e completamente ausente do município, a ex-prefeita ofereceu todas as condições e armas para fortalecer seus adversários, pois, na verdade endossava tudo que o marido e vereador líder, de ninguém, queria e nada era aprovado sem que primeiro passasse pelo seu crivo.

A ausência era tamanha, que ninguém sabia quem realmente era chefe do Executivo. Isso podia ser comprovado diariamente, pois o esposo e vereador líder na CM atendia pessoas na sala da prefeita ou na ante-sala do gabinete principal, definia “ações” e dava ordem e contra-ordem aos subalternos.

Acusada de ter conhecimento dos escândalos e desmandos e ações irresponsáveis, como por exemplo, empréstimos consignados - que culminaram com a demissão do chefe do setor de Recurso Humanos e, sem o devido zelo para com a coisa pública e o cumprimento do dever teve que enfrentar ações judiciais impetradas por vereadores e aceitas pelo Ministério Público Estadual, baseadas a partir de análises de documentos contábeis e de recursos humanos, junto ao TCM.

Também não sabia o que se passava nas Secretarias, principalmente, da Educação, e o ensino público ficou estagnado sem conseguir avanços importantes conquistados por outros municípios da região, perdendo recursos importantes e a grande oportunidade de avançar na luta contra o analfabetismo, um dos maiores índices registrados na Bahia, segundo informações oficiais.

A Educação do Município passou por quase dez secretários, recorde absoluto, - fato inusitado e sem registro de caos semelhante, sendo que, um deles, assumiu duas vezes, nos dois períodos em que o vice-prefeito Zezão, através de mandado judicial expedido pelo Tribunal de Justiça da Bahia, assumiu interinamente o governo por duas vezes, numa briga de entra e sai que deixou a população estarrecida.

O fato levantou suspeita de ter causado enorme prejuízo ao tesouro municipal, pois nunca foi colocado para a população quem pagou os honorários advocatícios de quem saía e retornava e de quem entrava e saía, sempre na proximidade dos repasses de recursos oriundos do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), numa estranha coincidência.

A alternância de secretários não foi “privilégio” da pasta da Educação. Administração, Finanças, Chefia de gabinete, Departamento de Esportes e Cultura, Secretaria da Saúde, Secretaria da Assistência Social, todos foram transformados em verdadeiros laboratórios onde as experiências, nem sempre bem sucedidas, produziram resultados lamentáveis.

Ruas abandonadas e sem fiscalização, onde lixo e entulho eram jogados aleatoriamente a qualquer dia, qualquer hora, sem um prévio comunicado ao departamento responsável pela limpeza pública; varrição das ruas onde, apenas, papel e objetos maiores eram recolhidos, as calçadas quebradas, com buracos ou colocação de piso escorregadio, além de outras irregularidades que não eram combatidas.

As praças mal conservadas, com as pedras portuguesas soltas, ocupadas por mendigos e hippies que armavam barracas de acampamento, fumavam e vendiam maconha.

Os serviços de parques e jardins deixavam a desejar, com árvores que produzem sombras sendo podadas em plena estação verão, serviço que deve ser feito no inverno, quando o sol está mais brando. Nem mesmo os canteiros que rodeiam a prefeitura escaparam da fome dos animais soltos em sua volta.

A falta de zelo era tão grande que, nem mesmo um pé de roseira plantado junto à janela de seu gabinete, sobreviveu por falta de água e alguns cuidados simples.

Terrenos baldios que servem de pasto para caprinos e ovinos, muares, eqüinos, bovinos, isso sem falar na invasão dos bichos à principal praça da cidade, onde costumeiramente, vacas costumavam pastar, passear e ficar sob o “olhar” de quem está do alto de um outdoor a permitir que o “bucolismo” da praça abandonada, provocasse susto nas pessoas.

A varrição esquisita feita com vassouras de alecrim, que remove apenas, tocos de cigarros, papel e garrafas plásticas, porém, a poeira ficava toda impregnada e a rua levantando pó quando passava um veículo ou ventava um pouco mais forte nas vias pavimentadas.

Desordem e bagunça no trânsito; falta de ordenação na instalação de barracas ao longo das avenidas, ruas e praças, ausência total da fiscalização de serviços prestados pelos mototaxistas, instalações de ferros-velhos, inspeção em estabelecimentos que fornecem comida, abatedouros, lanches, etc.

Abandono dos povoados, onde muitos não foram visitados pela então gestora desde que assumiu o governo. Nem mesmo uns poucos que receberam algum tipo de serviço, foram pessoalmente, inspecionados por ela.

Não pagava em dia os serviços contratados e, aos prestadores de serviço, lhes impunha humilhações para receberem o que lhes era de direito, além de deixar o governo devendo-lhes, até mesmo àqueles que lhes foram corretos e solidários nos momentos mais difíceis, principalmente, o enfrentamento que criou desnecessariamente com os promotores de justiça local.

Indiferente, nunca promoveu reunião com os servidores, nem nunca promoveu encontro de confraternização, palestras motivacionais, capacitação profissional, além de não se relacionar bem com os principais empresários e comerciantes euclidenses, exceto, com uns poucos e sem tradição, com os quais fazia negócios.

Por questões políticas e partidárias não tinha parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas e Associação Comercial. No comércio local, pouca coisa era adquirida.

Ao contrário de muitos gestores públicos sérios para com os negócios do município que governam, que exigem prioridade para compras no comércio local, salvo para os casos de exceção, como forma de gerar mais emprego e renda e melhorar a arrecadação de impostos, com o fortalecimento da economia municipal.

O desmando cresceu assustadoramente: excesso de carros locados, carros e outros veículos oficiais conduzidos por pessoas sem habilitação, gastos excessivos de combustíveis, carros oficiais e locados a serviço de familiares.

Contas telefônicas astronômicas, sucateamento da frota, ante-sala do gabinete do secretário da Administração com o teto parcialmente destruído, ofícios mal redigidos e com erros grosseiros de grafia e gramaticais de difícil compreensão, faixas com dizeres bisonhos e contendo frases e símbolos inventados, fora dos padrões oficiais.

A falta de respeito ao público que a procurava na prefeitura foi outra característica absurda de quem foi colocada no cargo pelo povo. Horas e horas eram levadas para essas pessoas serem atendidas, mesmo quando a audiência já estava agendada.

Diferente do gestor trabalhador, chegava à prefeitura sempre por volta de 11 horas, e, muitas vezes, estendia o expediente para além da meia-noite, sem que seus assistentes pudessem fazer um lanche. Além de chegarem muito tarde em casa, sem nenhuma compensação, e ainda terem que assinar o livro ou bater o ponto de chegada às 8 horas, no dia seguinte.

Não tinha um bom relacionamento com os professores nem nunca procurou amenizar a situação. Nas poucas vezes que tentou, foi afável e vingativa ao mesmo tempo, num verdadeiro “afagou com a mão esquerda e bateu forte com a direita,” ditado popular muito comum e verdadeiro quando se refere à pessoa de dupla personalidade.

Enquanto prefeita, não tinha tempo para percorrer ruas e bairros da cidade e, nos povoados, quando lá chegava, - sempre com uma enorme comitiva de pessoas que só pesavam em comer galinha caipira, churrasco, etc, na maioria dos casos, não era recebida por uma liderança política ou comunitária local, pois nunca teve a preocupação de construir, conquistar e até mesmo se relacionar bem com essas pessoas.

“Me engana que eu gosto” parecia ser a frase preferida, pois a picuinha sobrepunha-se à verdade, sempre. Teve bons quadros em sua equipe, porém, por pouco tempo. Ninguém merecia trabalhar sem as devidas condições e ainda esperar meses para receber um salário dos dois, três ou mais atrasados.

Ninguém de bom senso suportou trabalhar sem boas condições e sem remuneração em dia. Além de uma inversão de valores no cumprimento das ordens e incumbências expedidas pelos secretários e diretores a quem deveria cumpri-las, somente davam prosseguimento à determinação, depois de consultar e receber sinal verde de ‘seo’ Zé. A resposta era quase sempre um sonoro ‘não!!!’ E os problemas se acumulavam mais e mais.

Foram tantos os erros cometidos, que algumas coisas boas que aconteceram nesses enfadonhos quatro anos, tiveram o brilho empanado pelo obscurantismo e a acusação de não ter feito nada - bastante explorada na campanha eleitoral adversária, contribuiu para o povo acreditar de que nada de bom havia sido feito realmente, e lhe impôs uma fragorosa e inesquecível derrota nas urnas, com mais de seis mil votos de frente.

Foi humilhante, a resposta do povo nas urnas. Sabe-se perfeitamente, que Fátima e Zé Nunes são pessoas organizadas e bastante equilibradas em suas ações, pois, enquanto primeira dama e prefeito, respectivamente, de Euclides da Cunha. Fizeram uma gestão pautada no zelo pela coisa pública.

O casal sempre manteve um bom relacionamento pessoal e institucional com os demais setores do município. Pontualidade nos pagamentos aos fornecedores, credores, prestadores de serviço, funcionários efetivos e contratados, entre outras ações e deveres de quem ocupa cargo ou função pública eleito pelo povo, em especial.

Presunçosa, ou talvez, quem sabe, subestimando a inteligência dos euclidenses, a “gestora” anterior tentou uma renovação de mandato por mais quatro anos, mesmo sabendo que não teria chance ou que teria, quem sabe, baseada nas informações e dados estatísticos fornecidos pelos “conselheiros e conselheiras” preocupados, apenas, em continuar no emprego e, sobretudo, agradar a patroa.

Os números da campanha política para eleição de deputado ocorrida dois anos atrás, ligaram o sinal de alerta, com a vitória do deputado José Nunes sobre o marido da prefeita e vereador Zé de Fulgêncio, com uma margem de diferença que ultrapassou 8 mil votos, na disputa pelos sufrágios para deputado estadual, em Euclides da Cunha.

A adesão de alguns dos vereadores que lhes faziam oposição na Câmara Municipal serviu, apenas, para melhorar um pouco, a desconfortável situação que ostentava junto ao Poder Legislativo Municipal, - do qual tornou-se refém, e suas dificuldades na aprovação de matérias de interesse do Executivo.

A falta de uma liderança hábil, paciente, bom negociador e equilibrado, aliás, características básicas de um bom líder, muito contribuiu para o desgaste da imagem da agora, ex-prefeita.

As eleições municipais de 2008 provaram que o apoio dos vereadores adesistas não refletiu totalmente nas urnas, sinal de que não soube corrigir a trajetória de sucessivos erros cometidos na administração e na condução da política de seu partido (PMDB).

A vitória de Fátima Nunes é, também, uma histórica vitória do deputado José Nunes que, além reassumir a liderança maior de Euclides da Cunha, tem todos os elementos básicos e ferramentas capazes de promover, em Euclides da Cunha, uma derrota ao governador Jacques Wagner e ao PT, nas eleições de 2010, quando deverá pleitear mais um mandato.

Para políticos experientes e conhecedores da realidade política local, a decepção da maioria dos euclidenses com a administração do “Governo Uma Cidade Mãe” - slogan adotado pela ex-prefeita, expressada nas urnas, o deputado e marido de Fátima Nunes deverá aumentar seu contingente eleitoral, em pelos menos oito mil votos, nesses dois primeiros anos de governo da esposa.

O desgaste político e pessoal, - que por certo se reforçará nesse pós-mandato, ocasionado pelas confusões e erros administrativos cometidos, aliados à reprovação das contas pelo TCM (Tribunal de Contas dos Municípios), reforçarão as previsões de um ostracismo político da ex-prefeita que deverá responder sozinha pelas prováveis irregularidades cometidas.

Um ex-fanático eleitor da Rosa, chateado com o governo que se foi, ficou revoltado com um outdoor no qual a ex-prefeita aparece se despedindo do povo com a mensagem “fiquem com Deus e contem comigo” rebateu para os amigos exclamando: “como podemos contar com ela se enquanto prefeita era um deus nos acuda para falar com ela. Imagine agora, que não tem mais poder para nada!!...” Disse e foi apoiado.

“O casal de políticos” que assumiu, em 2009, o destino administrativo e político do município é, sem sombra de dúvida, equilibrado amocionalmente, próspero e têm como hábito planejar bem suas ações.

Como bem disse o padre Jayme, em sua fala de abertura da missa em ação de graça pelo Dia Mundial da Paz e posse da prefeita Fátima Nunes, “a cidade está depauperada e precisa urgentemente ser recuperada para trazer de volta a alegria do seu povo.”

As praças estão feias, pobres de flores e do verde dos gramados, pavimento deteriorado e, sem vigilância, servem de local de passeio para animais.

As calçadas cheias de buracos e outras irregularidades, ruas e avenidas sujas, pavimento impregnado de poeira e lama, completamente irregular por causa da reposição feita após serviços de conserto na rede de água e implantação da tubulação do esgotamento sanitário, feitos sem acompanhamento ou fiscalização da prefeitura.

Desordem no trânsito de veículos: caminhões, ônibus, automóveis e, principalmente, motocicletas. Estas, o desrespeito de muitos dos condutores às pessoas e a falta de disciplina são gritantes, pois circulam livremente pelo interior da feira livre, trombam contra barracas, provocam atropelamento de pessoas, entre outros absurdos.

Há poucos dias, uma senhora teve a perna queimada pelo cano de escapamento de uma dessas motos que circulava pelo meio da feira livre, provocando queimadura de segundo grau em uma de suas pernas, onde o número do escapamento ficou gravado da mesma forma que é feito para identificar animal.

A esperança de recuperação da cidade e do município ressurge com a chegada de um novo governo, que teve missa solene bastante concorrida e muitos abraços e sentimento de que novos tempos virão; palavras repetidas também nos discursos de posse pronunciados pela prefeita no ato de posse na Câmara Municipal de Vereadores e no ato de nomeação e posse dos secretários e alguns auxiliares do segundo escalão, também pautados na ‘união e trabalho’.

Neste dia 2 de janeiro de 2009, muitos amigos e amigas, pessoas simples da comunidade, presidentes de associações comunitárias urbanas e rurais, professores, servidores públicos, gerentes das agências Euclides da Cunha do BB, CEF e Bradesco, entre outros, prestigiaram a cerimônia de posse – conduzida pelo profª Sebastião Paz, dos novos secretários.

As falas da prefeita, do deputado e dos secretários foram pautadas no compromisso de trabalhar com honestidade, transparência e respeito ao povo; principalmente, responsabilidade na condução da coisa pública, com ênfase para a assistência social voltada para as famílias e crianças mais carentes.

Nesse momento de sua fala, a prefeita Fátima não conteve a emoção e as lágrimas caíram-lhe pela face e teve a voz embargada, o que mereceu um afago do esposo José Nunes que, em seu discurso entre outras coisas disse ser Fátima, “a prefeita que ele mais gosta” arrancando risos a e aplausos da platéia.

A cerimônia de posse teve a palavra franqueada e vários convidados se manifestaram com desejos de boa sorte a nova gestora e secretários.

Os vereadores Alírio Pereira e Josefa Bastos também fizeram uso da palavra e assim como em seus discursos de posse na Câmara Municipal, prometeram ajudar a prefeita a fazer um bom governo.

Após a cerimônia na sala de reunião ao lado do gabinete, a prefeita e os novos secretários posaram para o site euclidesdacunha.com.

Os nomes dos secretários foram os mesmos que haviam sido informados anteriormente, em primeira mão, pelo site euclidesdacunha.com, na página Euclides Acontece, exceto, para chefia de Gabinete da Prefeita, ainda sem um nome definido, pois trata-se de um cargo que pode ser usado como estratégico para negociação política e acomodação de interesses, jogo muito comum entre políticos.

A chefia de gabinete exige requisitos importantes e não pode ser ocupada por pessoa desprovida de conhecimentos técnicos; boa escolaridade, paciência e habilidade no trato com as pessoas, relações institucionais, agentes públicos, lideranças comunitárias, priorizar audiência, além de agilizar ações e soluções que não precisam passar necessariamente pela prefeita, reservando-lhe tempo para outros assuntos considerados mais relevantes.

Foram nomeadas e empossadas as pessoas de Josevaldo Almeida Damasceno (Secretário de Obra e Infra-Estrutura), Bel. Altamir Eduardo Santana Gomes (Procurador Geral), Valdemir Dias Carneiro (Secretário de Administração), Raimundo Pereira Gomes (Secretário de Finanças), Luciana Dantas Lima França Secretária da Saúde, Maria Auxiliadora Moura de Oliveira (Secretária de Educação), Lucileide Dantas dos Santos Melo (Secretária de Assistência Social) e Maria Djalma Andrade de Abreu (Secretária de Agricultura).

Para o segundo escalão foram nomeados Judival Araújo (DELIMPEC), Gilvanda Vieira (Contabilidade), Lucinha Santos (Tesouraria). O professor Hermínio é nome certo para ocupar um cargo, ainda não definido, na Secretaria da Educação.

Segundo a prefeita Fátima Nunes, outros nomes estão sendo analisados e gradativamente deverão ser nomeados, também, nas demais secretarias. “Temos que ter alguns cuidados na escola das pessoas que vão compor a nossa equipe de trabalho” disse.

Cem dias, foi o prazo que a prefeita estipulou para reorganizar secretarias e departamentos, planejar ações efetivas, fazer um completo levantamento e produzir um relatório sobre os bens e propriedades do município, já que a transição efetiva de governo não ocorreu, por conta das dificuldades apresentadas pela ex-prefeita. Informou.

Veja ainda esta semana, na página Tô no Site, do site euclidesdacunha.com as fotografias de todos os acontecimentos que marcaram a posse da prefeita Fátima Nunes, desde a missa de ação de graças, posse na Câmara Municipal de Vereadores, transmissão de cargo, festa na Praça Duque de Caxias e Av. Cel. Almerindo Rehem, posse do secretariado e parte do segundo escalão.






 

 

 
 
  Terça - 06/01
23° 34° Pancadas
  Quarta - 07/01
23° 33° Chuvas
  Quinta - 08/01
22° 33° Nublado
  Sexta - 09/01
21° 31° Poucas nuvens
  Sábado - 10/01
21° 34° Poucas nuvens
  Fonte: Tempo Agora 
 

 :: Empreendimento ::

Copyright© DMP 2003 / 2008 - Todos os direitos reservados

 
End: Praça Duque de Caxias, nº 30 - 1º andar. Centro
Fone/Fax: (75) 3271-1790 - Euclides da Cunha - BA
euclidesdacunha@euclidesdacunha.com
 

 topo ^

Idealizador do site: Danilo Marcel P. de Andrade

^ topo